www.TeatroBrasileiro.com.br
Notícias

 

Notícias

07/01/2000 - Informativo do Teatro Vila Velha - Salvador, BA

Inicie o ano com criatividade últimos dias para as inscrições das Oficinas Vila Verão 2000.

Início: 17 de janeiro.

Teatro para iniciantes, profissionais e crianças ( Chica Carelli / Marcio Meirelles / Harildo Deda / Fernando Marinho / Débora Landim / Marisia Motta ), Canto ( Neto Costa ), Dança Afro, Condicionamento, Pilates e Coreografia( Cristina Castro / Zebrinha / Líria Morais / Rosângela Silvestre / Nildinha / Georgia Oliveira ), Iluminação (Valmyr Ferreira ), Sonoplastia ( Ivan Huol ), Técnicas Acrobáticas ( Perna de Pau : Gordo Neto / Lúcio Tranchesi, Rapell: Nagata), Oficina de Jogos ( Ari Coelho / Marisia Motta ).

Veja o Release completo dos cursos aqui, no dia 27/11/1999.

Teatro Vila Velha - Passeio Público s/n – Campo Grande - Salvador, BA - Telefax : (0XX71)336-1384

Para receber o informativo do teatro Vila Velha por e-mail escreva para: vilavelha@e-net.com.br

07/01/2000 - Reestréia de peça em São Paulo, SP

Foto: Rogério Voltan/Divulgação

Reestréia em São Paulo, Últimas Luas de Furio Bordon, com direção de Jorge Takla, a peça que trata da relação entre um pai em idade avançada e o filho, e que rendeu o prêmio da APCA (veja a relação completa dos eleitos aqui, no dia 16/12/1999) como ator para Antônio Fagundes e a indicação para o prêmio Shell na mesma categoria e também a indicação de Jorge Takla em direção, cenografia e iluminação, já foi vista por mais de 25.000 pessoas.

Últimas Luas, de Furio Bordon, direção de Jorge Takla, com Antônio Fagundes, Mara Carvalho e Petrônio Gontijo. De quinta a sábado às 21:00h, domingos às 18:00h.Quintas(R$20,00) e de sexta a domingo (R$25,00 a R$45,00). Duração1:30h. Até 27/02

Teatro Cultura Artística - Sala Esther Mesquita - Rua Nestor Pestana, 196 - São Paulo, SP - fone: (0XX11)258-3616.

07/12/2000 - Reestréia em São Paulo, SP

Foto: Lenise Pinheiro/Divulgação

Temporada de Verão “BOCA DE OURO” de Nelson Rodrigues, direção de José Celso Martinez Correa

A partir de 13 de janeiro, de quinta-feira a domingo, o Teatro Oficina abre a Temporada de Verão com “Boca de Ouro” de Nelson Rodrigues. Entra em temporada devido a acolhida entusiasmada do público, da crítica que ressaltou principalmente a qualidade de interpretação do time de atores, técnicos e da protagonização de Marcelo Drummond. O espetáculo ensaiado em pouco mais de um mês, amadureceu em contato com o público em datas significativas nos últimos dias de 99. Nelson Rodrigues escreveu esta peça em 59, no mesmo ano que João Gilberto gravou “Desafinado”, inspirado no filme “Rashomon”. Além de uma trama de flashbacks policial, de várias versões do mesmo fato, tem a qualidade becketiana, bossa nova do rigor da rúbrica, do texto falado brasileiro. Através de três versões absolutamente contraditórias de uma mesma personagem: Dona Guigui e as das personagens da Mídia que ora exaltam, santificam, ora degradam, Nelson na sua obra conseguiu o resíduo de um vestígio luminoso para Boca de Ouro. Toda a idiotia da objetividade de toda a subjetividade das várias versões servem para transmitir a energia intensa que irradia das personagens bárbaras que sonham sonhos ridículos como nossos sonhos mais secretos que afinal acabam sendo razão de vivermos. Boca identifica-se com um Deus Azteca que não se deixa catequisar, trazendo pros nossos tempos a rebeldia da soberania do que não se dobra a uma só versão ou ordem única para as pessoas ou coisas. Essa ambiguidade alastra-se por toda a peça que pode ser lida das mais diferentes maneiras. O próprio Nelson Rodrigues e sua fala de ouro, pode ser o Boca. E esta decifração faz-se a gargalhadas e no prazer religioso de um Mistério da própria vida contemporânea. Atrás da violência, quanta delicadeza, quantos sonhos. Chaves pra abrir em ouro as aparências fatais, tristonhas, desesperançadas com que se abre este Verão, catastrófico, úmido e acinzentado. O ouro do Boca tem o fogo do sol que às vezes não tem aparecido.

José Celso Martinez Correa


 

Ficha Técnica de Boca de Ouro

Autor: Nelson Rodrigues

Direção: José Celso Martinez Correa

Elenco: Marcelo Drummond, Zé Celso, Camila Mota, Sylvia Prado, Fernando Coimbra, Flávio Rocha, Francisco Taunay, Reynaldo Gianecchini, Aldo Bueno, Sandra Tenório, Gisela Marques, Jacqueline Dalabona, Tommy Ferrari e Elisete Jeremias.

Iluminação: Ricardo Moranes, operador de luz: Ricardo Moranes, sonoplastia: Zé Celso e Fioravante Almeida, operador de som: Fioravante Almeida, figurinos: Olintho Malaquias, cenário: Cristiane Cortílio, vídeo maker: Tommy Ferrari, fotos: Lenise Pinheiro, direção de cena: Elisete Jeremias, assessoria de imprensa: Xicão Alves, produção executiva e administração: Henrique Mariano

Reestréia dia 13/01/2000 às 21 h. Temporada de 13/01 a 05/03/2000. De quinta a sábado, às 21 h. Domingo às 20 h. Duração de 2:30h. 350 Lugares. Acesso para deficientes. Reservas pelo telefone. Censura Livre. Bilheteria após as 17:00 hs. Ingressos: quintas-feiras - R$ 10,00 (dez reais); sextas, sab e dom - R$ 20,00 (vinte reais)

Teatro Oficina - Rua Jaceguai, 520 - Bela Vista - São Paulo, SP - fone:(0XX11)3106-2818

Contato para Imprensa: Xicão Alves - (0XX11)881-9576

07/01/2000 - Estréia em São Paulo, SP

Pop by Gawronski e Deus Somos Nós, respectivamente, estréiam no CCSP em janeiro de 2000

Fotos: Christian Gaul/Divulgação

Após temporada de 5 semanas no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, Gilberto Gawronski (da peça A Dama da Noite, peça adaptada de conto de Caio Fernando de Abreu ) estréia no sábado em SP, o espetáculo Pop by Gawronski, onde interpreta o artista plástico Andy Warhol (famoso por seus retratos em silk-screen e pela frase "todos tem seus 15 minutos de fama"), como um mestre de cerimônia que interage com o espaço e a platéia sobre a Arte Pop da década de 80. Outro espetáculo de Gawronski, só que na direção, estréia na terça-feira , Deus Somos Nós, escrito e interpretado por Tavinho Teixeira que trata do homem moderno e seus anseios num mundo cada vez mais caótico.

Pop by Gawroski, texto, direção e interpretação de Gilberto Gawroski. Sexta e sábado ás 21:30h. Domingo às 20:30h. R$12,00. Duração de 1h. Até 13/02. Estréia sábado.

Deus Somos Nós, texto e interpretação de Tavinho Teixeira, direção de Gilberto Gawroski. De terça a quinta, às 21:30h. Ingressos a R$12,00. Duração de 50min. Até 10/02. Estréia terça-feira.

Centro Cultural São Paulo - Rua Vergueiro, 1000 - ao lado da estação Vergueiro do metrô - São Paulo, SP - fone: (0XX11)3277-3611.

 

Próxima página de Notícias - Página anterior de Notícias