BreakingVocê está lendo:Rock in Rio mantém foco em defesa de projetos socioambientais
BreakingAnalysisBastidores · Mercado

Rock in Rio mantém foco em defesa de projetos socioambientais

ResumoRock in Rio 2026 abre com Elton John e Gilberto Gil, mas prioriza o legado socioambiental. O festival investiu R$ 118 milhões, apoiou 200 instituições e projeta distribuir 2 milhões de pratos de comida. A iniciativa consolida projetos de impacto social e ambiental como eixo central do evento.

Rock in Rio 2026 começa com shows de Elton John e Gilberto Gil, mas reforça legado socioambiental: R$ 118 milhões investidos, 200 instituições apoiadas e meta de 2 milhões de pratos de comida.

Rogério ItamarPublicado em Atualizado 2 min de leitura
Rock in Rio mantém foco em defesa de projetos socioambientais
Foto:Rock in Rio mantém foco em defesa de projetos socioambientais · Teatro Brasileiro

O Rock in Rio abriu sua edição 2026 nesta sexta-feira (4), na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio. Entre as atrações estão Elton John, Gilberto Gil, Foo Fighters, Ivete Sangalo, DJ Alok, Maroon 5, Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho. Além dos palcos, o festival reafirma uma trajetória de 41 anos ligada a causas sociais e ambientais, que ganhou força a partir de 2001, com a criação do projeto Por Um Mundo Melhor.

Segundo a organização do evento, a atuação socioambiental do Rock in Rio soma R$ 118 milhões investidos, mais de 200 instituições apoiadas e mais de 1 milhão de pessoas beneficiadas diretamente. Na área social, a parceria com a Ação da Cidadania, no combate à fome, completa 25 anos. Nesta edição, a meta é alcançar 2 milhões de pratos de comida, acompanhados em tempo real pelo Pratômetro, painel instalado no gramado da Cidade do Rock que mostra o avanço das doações até o último dia de shows.

Roberta Medina, vice-presidente executiva da Rock World, empresa produtora do festival, explica que o trabalho acontece em três escalas: curto, médio e longo prazos. No curto prazo, o foco é o combate à fome, com a Ação da Cidadania. No médio, a parceria histórica com a Gerando Falcões, que desenvolve o projeto Favela 3D em favelas de pequena escala, para "cortar o nível mais brabo de pobreza". No longo prazo, entram as ações ambientais, como a Amazônia Live, realizada duas vezes, voltada à conscientização ecológica e à preservação da Floresta Amazônica.

A edição 2026 também amplia acessibilidade e inclusão: há sala de sensibilização sensorial para neurodivergentes e espaços como o Plural, com conteúdos imersivos contra a violência de gênero, e o Delas, de conexão entre mulheres. "Respeito, cuidado e pertencimento também fazem parte do show", resume Medina, indicando que o festival busca evoluir na gestão de resíduos, água e energia, minimizando impacto ambiental e ampliando o impacto social e econômico.

Mais do Teatro BrasileiroVer mais ›
Newsletters Teatro Brasileiro

Receba as análises de mercado direto no seu e-mail.

Resumo diário às 7h. As principais notícias e análises do dia, sem patrocínio editorial.